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Para Hartung, fechar escolas não é mais absurdo O governador Paulo Hartung e o deputado Sérgio Majeski - Foto: Reinaldo CarvalhoALES

Para Hartung, fechar escolas não é mais absurdo

Governador diz que a demanda por vagas tem diminuído, graças à diminuição do número de filhos por família

14/07/2016 as 09h22 (Atualizado em 17/08/2018 as 01h15). Valdir Vieira | Gazeta Online

Ao responder perguntas do deputado estadual Sérgio Majeski (PSDB) durante sua sessão de prestação de contas, nesta quarta-feira (13), o governador Paulo Hartung (PMDB) afirmou que os tempos são outros e que "não é mais absurdo" fechar escolas.

O encerramento de turmas e de unidades de ensino é algo repetidamente criticado pelo deputado tucano em plenário.

No tempo reservado à sua pergunta, Majeski criticou a falta de "perseguição às metas do plano estadual de educação" - que seguiu critérios nacionais -, o fechamento de escolas e a ausência de campanhas governamentais para combater evasão escolar.

Ao abordar o plano de educação, Hartung afirmou que muitas medidas tomadas pelo Congresso precisarão ser revistas porque "o que presidiu o Brasil nos últimos anos foi a irresponsabilidade fiscal".

Ao falar das campanhas comunicacionais do governo, fez uma autocrítica dizendo que a política de comunicação mudou. "A atual é republicana. A outra saiu devendo. E eu tenho autocrítica para dizer isso aqui. Não estamos colocando dinheiro para fazer prestação de contas entre aspas. Acabou isso no Espírito Santo", disse.

Escolas

Sobre o fechamento de escolas, Hartung argumenta que a demanda por Educação está caindo conforme o encolhimento do tamanho das famílias. Além disso, não há recursos suficientes para que um professor dê aulas para "quatro ou oito" alunos.

"As mulheres e os homens estão fazendo famílias menores. A gente precisa entender isso. Então quando fala de fechar uma escola, isso não é mais absurdo. Não foi absurdo nos países desenvolvidos. Não vamos ser mentes limitadas. Fechar uma escola, se não tiver demanda, é poder pegar o dinheiro de uma escola que não tem utilidade alguma e colocar numa outra para melhorar a qualidade de ensino", discursou o peemedebista.

O governador também sugeriu a Majeski "não ficar agarrado a corporativismo". Para Hartung, vontade política não adianta muita coisa, pois é preciso "ter os meios".

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