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Espírito Santo receberá 1.065.500 doses da vacina contra gripe Vacinação contra a gripe

Espírito Santo receberá 1.065.500 doses da vacina contra gripe

Ricado Oliveira ressaltou que as doses da vacina serão enviadas em lotes, portanto, a população será vacinada aos poucos ao longo da campanha

07/04/2017 as 10h16 (Atualizado em 23/10/2018 as 12h08). Redação | SESA

A 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza começa no dia 17 de abril e vai até o dia 26 de maio, com realização do dia D no dia 13 de maio. O Ministério da Saúde enviará 1.065.500 doses de vacinas para o Estado. De acordo com o cronograma divulgado pelo Ministério da Saúde para o Programa Estadual de Imunizações, a primeira remessa de vacinas para o Espírito Santo será enviada a partir da segunda-feira (10). O quantitativo, de 240 mil doses, representa 23% do total de doses a serem enviadas pelo governo federal. A meta é vacinar 90% do grupo prioritário, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde.

 Dentro dos grupos prioritários, definidos pelo Ministério da Saúde, estão crianças na faixa etária de 6 meses até menores 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhadores de saúde; pessoas com doenças crônicas, como diabetes tipos I e II em uso de medicamento e hipertensão sistêmica com presença de outras doenças; indígenas; pessoas com 60 anos de idade ou mais; professores; população privada de liberdade; adolescentes e jovens sob medida socioeducativa; funcionários do sistema prisional; gestantes; e puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto).

 “Precisamos que as pessoas que estão no grupo prioritário compareçam aos postos de vacinação, para que elas se protejam e protejam a coletividade. Vacinando essa parcela da população, conseguimos reduzir bastante a transmissão para as demais pessoas. O influenza é um vírus que causa gripe e pode levar a óbito quem tem o perfil de maior risco, por isso a vacina é muito importante para essas pessoas que estão no grupo prioritário”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Ricardo de Oliveira, durante entrevista coletiva concedida à imprensa na tarde desta quinta-feira (06).

Oliveira ressaltou as doses da vacina serão enviadas em lotes, portanto, a população será vacinada aos poucos ao longo da campanha. “Não adianta correr e fazer fila. Vá com tranquilidade, pois não temos surto de gripe instalado no Espírito Santo. Este ano nós vamos começar a campanha antes do que começamos no ano passado”, orientou o secretário.

O vice-presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Espírito Santo (Cosems-ES), Kim Barbosa dos Santos, também comentou a importância de o público-alvo da campanha buscar a vacinação. “A vacinação contra gripe é de extrema importância para os indicadores de morbimortalidade do nosso Estado. Quando a gente começa a campanha, todo mundo quer vacina, mas existe um método para definição dos grupos prioritários e é importante que a vacina chegue para essa população”, comentou.

Novo grupo

Os professores passaram a integrar o grupo prioritário de vacinação contra influenza este ano. Serão vacinados aqueles que atuam em sala de aula em escolas públicas e particulares dos ensinos infantil (incluindo os berçaristas), fundamental, médio e superior. Não estão incluídos no grupo os aposentados ou licenciados nem outros profissionais da comunidade escolar.

“Para garantir que as pessoas do grupo prioritário sejam vacinadas, cada pessoa deverá apresentar um documento que comprove que ela faz parte do público-alvo da campanha”, explicou a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Danielle Grillo. Cada município tem autonomia para definir a sua estratégia de vacinação do grupo prioritário.

Interação

A coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Danielle Grillo, explicou que a vacina influenza é composta de vírus inativado (morto e fragmentado), portanto, pode ser aplicada em qualquer intervalo de tempo após a vacinação contra febre amarela ou até simultaneamente. “Não há interferência imunológica nenhuma”, afirmou.  Segundo ela, a vacina contra gripe demora em torno de 15 dias para fazer efeito. Portanto, se antes de se completar esse período a pessoa for exposta ao vírus, ela pode adoecer, mas isso não significa que foi por causa da vacina.

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde

 

 

 

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